A inclusão profissional não é apenas uma responsabilidade social — é uma oportunidade para as organizações crescerem, diversificarem e valorizarem as pessoas.
Com os apoios certos, integrar pessoas com experiência de doença mental é possível e traz benefícios para todos.

Porquê incluir

  • Equipas mais diversas
  • Ambientes mais humanos
  • Maior responsabilidade social
  • Mais ligação à comunidade

A inclusão é possível

Na maioria dos casos, integrar uma pessoa com experiência de doença mental não exige soluções complexas. Pequenos ajustamentos e abertura fazem a diferença.

Todos ganham

Ganham as pessoas, ganham as organizações e ganha a comunidade.

Que apoios existem para as empresas?

As entidades empregadoras podem contar com apoio de serviços públicos e respostas da comunidade (IEFP , CRQE, Entidades sociais) para facilitar processos de integração profissional: podem apoiar a mediação com a pessoa e articulação com a empresa na integração inicial, na adaptação ao posto de trabalho e no acompanhamento.

Medidas de apoio à contratação de pessoas com deficiência

A inserção profissional de pessoas com deficiência e incapacidade é incentivada por iniciativas de apoio à contratação promovidas pelo IEFP.

É o caso da Medida Compromisso Emprego Sustentável que consiste num apoio financeiro à contratação sem termo de desempregados inscritos no IEFP, correspondente a 12 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (IAS). Tratando-se da admissão de pessoas com deficiência e incapacidade, este apoio é majorado em 35%.

No âmbito desta medida, as entidades empregadoras beneficiam ainda de um apoio ao pagamento de contribuições para a segurança social. Durante o primeiro ano, só pagam metade da Taxa Social Única (TSU). O montante do apoio não pode ultrapassar o equivalente a 7 vezes o valor do IAS.

Existem ainda apoios financeiros para a adaptação de postos de trabalho e eliminação de barreiras arquitetónica. São atribuídos aos empregadores que contratem pessoas com deficiência e que tenham de adaptar o equipamento ou o posto de trabalho para estes funcionários.

O IEFP atribui ainda a Marca Entidade Empregadora Inclusiva aos empregadores que se destaquem por práticas inclusivas relativamente às pessoas com deficiência e incapacidade. A distinção, atribuída de dois em dois anos (nos anos ímpares), destina-se também às pessoas com deficiência envolvidas na criação de empresas ou do próprio emprego.

Ana, 48 anos – Gerente de Empresa de Limpeza

Quando decidimos integrar uma pessoa com experiência de doença mental na equipa tínhamos algumas dúvidas. No entanto, rapidamente percebemos que com acompanhamento e comunicação aberta a integração foi muito natural.
Hoje é uma colaboradora dedicada e respeitada por todos.

Miguel, 42 anos – Diretor de Recursos Humanos

A inclusão de pessoas com experiência de doença mental não é muito diferente de qualquer outro processo de integração profissional. O importante é conhecer a pessoa e valorizar as suas capacidades.

A experiência foi muito positiva para a empresa.

Teresa, 55 anos – Proprietária de Restaurante

Quando contratámos um colaborador com experiência de doença mental a inclusão não foi complicada. O mais importante foi conhecer a pessoa e dar-lhe uma oportunidade.

Hoje é um membro importante da equipa, respeitado e em quem todos confiam.